domingo, 12 de fevereiro de 2012
20º Aniversário
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
OS SEXALESCENTES

Se estivermos atentos, podemos notar que está a aparecer uma nova franja social: a das pessoas que andam à volta dos sessenta anos de idade, os sexalescentes : é a geração que rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.
Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica - parecida com a que, em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa de jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como
vestir-se.
Este novo grupo humano que hoje ronda os sessenta ou mais,teve uma vida razoavelmente satisfatória. São homens e mulheres independentes que trabalham há muitos anos e que conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram durante décadas ao conceito de trabalho. Que procuraram e encontraram há muito a actividade de que mais gostavam e que com ela ganharam a vida.
Talvez seja por isso que se sentem realizados... Alguns nem sonham em reformar-se. E os que já se reformaram gozam plenamente cada dia sem medo do ócio ou da solidão, crescem por dentro quer num, quer na outra. Disfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, falhanços e sucessos, sabe bem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5.º andar... Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e activas, a mulher tem um papel destacado. Traz décadas de experiência de fazer a sua
vontade, quando as suas mães só podiam obedecer, e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham sonhado ocupar. Esta mulher sexalescente sobreviveu à bebedeira de poder que lhe deu o feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua juventude em que eram tantas as mudanças, parou e reflectiu sobre o que na realidade queria.
Algumas optaram por viver sozinhas, outras fizeram carreiras que sempre tinham sido exclusivamente para homens, outras escolheram ter filhos, outras não, foram jornalistas, atletas, juízas, médicas, diplomatas... Mas cada uma fez o que quis : reconheçamos que não foi fácil, e no entanto continuam a fazê-lo todos os dias. Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.
Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos "sessenta", homens e mulheres, lida com o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe (e vêem-se), e até se esquecem do velho telefone para contactar os amigos - mandam e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.
De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil e quando não estão, não se conformam e procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais.
Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos.
Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflecte, toma nota, e parte para outra...
Os maiores partilham a devoção pela juventude e as suas formas superlativas, quase insolentes de beleza ; mas não se sentem em retirada. Competem de outra forma, cultivam o seu próprio estilo... Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um fato Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de um modelo. Em vez disso, conhecem a importância de umolhar cúmplice, de uma frase inteligente ou de um sorriso iluminado pela experiência.
Hoje, as pessoas na década dos sessenta, como tem sido seu costume ao longo da sua vida, estão a estrear uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são. Hoje estão de boa saúde, física e mental, recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas. Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios... Talvez por alguma secreta razão que só sabem e saberão os que chegam
aos 60 no século XXI ...
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Idosos em segurança
Foto colhida na internetterça-feira, 31 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Comunicado MURPI

PACOTE DO GOVERNO PASSOS COELHO/PAULO PORTAS
CONTRA AS PENSÕES DOS REFORMADOS
Cerca de 15.000 reformados pensionistas e idosos, com pensões inferiores a 600 euros, acabam de receber cartas da Segurança Social notificando dos cortes das suas pensões.
O recente aumento médio mensal de sete euros de algumas pensões mínimas, deixando congeladas as pensões de 600 mil reformados e pensionistas com pensões mínimas entre 274,79 a 380 euros por mês, é a outra face da demagogia com que este Governo procura esconder a
realidade da situação de dificuldades de centenas de milhares de reformados se vêem confrontados no seu dia a dia.
Este Governo ao fazer incidir sobre estes 15 mil reformados, no momento particularmente difícil, com custos elevados na saúde, na aquisição de bens essenciais e nos transportes, a aplicação da lei do anterior Governo, vai agravar ainda mais as debilidades em que vivem milhares de reformados, contrastando com a atitude generosa em relação aos grandes grupos económicos e financeiros a quem são permitidos legalmente a fuga de capitais para fora do país.
Por outro lado este Governo prepara uma nova fórmula de cálculo para determinar o rendimento de cada reformado ou pensionista, tendo em conta os rendimentos do agregado familiar e segundo a qual, condicionaria restringindo o acesso a outras prestações sociais e ao pagamento das taxas moderadoras.
Este Governo vai reduzir em cerca de 40% os rendimentos anuais dos reformados com o aumento de IRS, roubo dos subsídios de natal e de férias e nos cortes e congelamento das pensões do sector público e privado.
A Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos MURPI além de manifestar publicamente o seu repúdio, apela a todos os reformados que vençam o seu medo e resignação perante esta situação de injustiça social, procurando participar em todas as formas de luta pela defesa das suas pensões dignas, pelo direito à saúde e justiça social.
A Direcção da Confederação Nacional
de Reformados Pensionistas e Idosos MURPI
Lisboa, 11 de Janeiro de 2012.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Serviço Nacional de Saúde
Os reformados estão a ser fortemente prejudicados pela ofensiva contra o Serviço Nacional de Saúde (SNS), pois são eles quem mais precisa de cuidados de saúde.
Os idosos, com as sua múltiplas doenças e os seus fracos recursos, são duramente atingidos pela falta de médicos e de enfermeiros de família, pelo encerramento de serviços de saúde, pelo aumento dos custos dos transportes, pelo aumento dos preços dos medicamentos, pela demora em conseguir consultas de especialidade, pela dificuldade em realizar exames complementares de diagnóstico, pela existência de listas de espera para tratamentos e cirurgias, pelo mau funcionamento das urgências, pelas altas hospitalares precoces, pela má articulação entre os serviços hospitalares e os centros de saúde, pelas taxas ditas moderadoras e pelo cansaço dos profissionais.
A decisão do actual governo, de Passos Coelho e Paulo Portas, em cortar nas pensões de reforma e nos recursos financeiros a atribuir aos Hospitais e Centros de Saúde, vai colocar, não só a saúde, mas apropria vida de milhares de reformados em risco.
As recentes medidas contra os funcionários públicos têm levado milhares de médicos, enfermeiros e outros técnicos de saúde a sair do SNS. Hospitais públicos e Centros de Saúde sem o indispensável financiamento têm cada vez maior dificuldade em dar resposta àqueles que os procuram.
Sem resposta nos serviços públicos de saúde e perante o crescente custo das taxas moderadoras, os utentes são convidados a procurar os serviços privados e a fazer seguros de saúde. O baixo valor das pensões e a idade tornam no entanto os próprios privados e os seguros de saúde inacessíveis para os idosos.
Aqueles que desde sempre se opuseram à criação do SNS dizem agora que o país não tem dinheiro para o sustentar. Quem assim fala foi quem destruiu o nosso aparelho produtivo; foi quem promoveu uma política assente na mão-de-obra barata, no acentuar das desigualdades sociais, no desemprego e na emigração; foi quem impediu a formação de médicos e colocou largas áreas da prestação de cuidados de saúde na mão de privados; foi que entregou a gestão dos serviços de saúde na mão de incompetentes escolhidos pela simpatia com os partidos do chamado “arco da governação”, diga-se PS,PSD e CDS.
O SNS é sustentável se rompermos com a política das Troikas. Se recusarmos ceder á chantagem do capital financeiro e impusermos a renegociação da dívida; se promovermos a produção nacional na agricultura, nas pescas, na indústria e nos serviços; se promovermos a criação de emprego; se reduzirmos as desigualdades sociais; se assegurarmos a mobilização dos recursos nacionais em saúde e articulação entre os diversos níveis de cuidados, com base num forte desenvolvimento dos cuidados de saúde primários e na qualidade e humanização dos serviços prestados; se a gestão dos serviços públicos de saúde for entregue a gente competente e empenhada na defesa do interesse público.
In: A Voz dos Reformados
Joaquim Judas
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Comunicado

Aumento das taxas moderadoras – um verdadeiro imposto sobre a doença
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Manifestação MURPI
DEFENDER OS DIREITOS DOS
REFORMADOS
POR UM ASSOCIATIVISMO MAIS FORTE
REFORÇAR O MURPI
MANIFESTAÇÃO NACIONAL DE REFORMADOS
O Encontro Nacional das Associações de Reformados realizado
a 22 de Outubro de 2011, tomou a decisão de marcar uma Manifestação Nacional de
Reformados para o dia 10 de Dezembro de 2011, convidando todas as estruturas e
organizações de reformados a nela participarem.
A Confederação Nacional de Reformados MURPI em convergência
com a InterReformados/CGTP, promoveram esta Manifestação Nacional que contou com a a participação de 5 milhares de
reformados, vindos da grande maioria dos distritos do Continente, sob o lema:
“NÃO AO PACTO DE AGRESSÃO E DE
RAPINA DA TROIKA”
“PELA DEFESA DOS DIREITOS DOS
REFORMADOS”
Esta iniciativa mereceu a adesão de milhares de reformados
que, pelas ruas de Lisboa, manifestaram o seu descontentamento e protesto
contra as medidas de austeridade aprovadas no Orçamento de Estado para 2012 e
de acordo com o Pacto da Troika, subscrito pelo PS; PSD e CDS PP.
Depois da última grandiosa manifestação de 2008, e na sequência de importantes acções e lutas dos reformados que tem vindo a ser
realizadas nos diversos distritos, esta iniciativa mostra
a disposição em continuar a intervir e participar contra esta política
que agrava a vida de milhares e milhares de portugueses e hipoteca o futuro do
país.
A Confederação Nacional dos Reformados- MURPI continuará a
intervir em defesa dos direitos dos reformados, pensionistas e idosos e das
suas Associações, consciente que só o
reforço do associativismo desta camada social poderá contribuir para o aumento
da sua participação na defesa dos seus direitos.
A Direcção da Confederação MURPI saúda todos os
participantes desta Manifestação e expressa o seu compromisso em continuar a
lutar pela defesa dos direitos dos reformados, pensionistas e idosos.
A Direcção da Confederação Nacional dos Reformados
Pensionistas e Idosos MURPI
Lisboa, 12 de Dezembro de 2011.
domingo, 27 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Lazer
domingo, 6 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Saúde - Viagem no Cérebro
Trabalho gentilmente enviado pelo amigo, Fernando Gonçalvessexta-feira, 28 de outubro de 2011
Encontro Nacional de Reformados

social) e no agravamento brutal da carga fiscal incidindo sobre os trabalhadores e reformados a quem lhes são roubados os subsídios de natal e de férias.
gerada pela especulação financeira o Governo continua a contribuir na transferência de avultados financiamentos do Estado para tapar os buracos resultantes da gestão danosa, ao mesmo tempo que se maximiza os lucros pretendidos pelos grandes grupos económicos e financeiros.
melhor para os reformados e pelos seus filhos e netos.
A grave situação social e económica portuguesa, consequência de opções políticas
de desastre nacional que conduziram ao pedido de empréstimo a juros elevados e escandalosos e à submissão ao Pacto de Rapina da Troika, não resultou de excesso de direitos dos trabalhadores
e dos reformados, nem resulta que os mesmos tenham vivido acima das suas possibilidades.
Na sequência de políticas realizadas pelos Governos dos partidos que subscreveram o Pacto de Rapina, acentuaram-se as injustiças e as desigualdades na distribuição dos rendimentos nacionais em prejuízo dos que vivem dos seus salários e das suas reformas, mantendo baixos níveis de protecção social e elevada taxa de pobreza em relação aos países da União Europeia.
Os programas de erradicação da pobreza subscritos e propagandeados pelos Governos nunca foram cumpridos enquanto nunca parou de crescer os lucros da banca, dos seguros e de grandes grupos económicos com o apoio do Estado.
dos governos dos últimos trinta anos, procuram ofuscar a realidade da existência de reformas abaixo do limiar da pobreza, consequência de baixos salários e de uma política de pensões que assentou na sua desvalorização e que atinge cerca de 80% da população reformada.
MURPI na organização do protesto e da luta
Os participantes no Encontro Nacional das Associações de Reformados comprometem-se
a contribuir para o fortalecimento do MURPI na defesa dos direitos dos reformados, pensionistas e idosos e por um associativismo mais forte:
constantes no Orçamento do Estado e no Pacto de Rapina da Troika assente nos seguintes eixos:
2- Rejeitar os cortes nos valores das reformas e no subsídio de natal de 2011 e do roubo dos subsídios de natal e de férias em 2012 e 2013 aos pensionistas e trabalhadores da função pública
e pelos aumentos das pensões mais baixas e a actualização das restantes;
2- Rejeitar o aumento dos impostos sobre os reformados e trabalhadores e o aumento de
preços de bens essenciais (alimentos, habitação, medicamentos, transportes)
3- Rejeitar a destruição das funções sociais do Estado: por um Serviço Nacional de Saúde
univesal e gratuito, por uma Segurança Social pública, universal e solidária e por uma
Escola pública e democrática.
4- Rejeitar a privatização da Rede de Equipamentos Sociais, designadamente em situações
de dependência, e a luta pela iguadade de acesso com critérios de justiça social e com garantia
de qualidade;
Pela criação de novas associações e pela constituição de novas federações.
Pela rejeição de imposição de crescentes dificuldades financeiras às Associações de
Reformados que se encontram com dificuldades financeiras na sequência de congelamento e redução das transferências
da Segurança Social.
Pelo reconhecimento da Confederação MURPI como parceiro social.
Conscientes da importância da solidariedade entre a luta dos reformados e a luta dos
trabalhadores decidem apoiar e convergir com as lutas desencadeadas pela CGTP-IN:
-e com a sua decisão de convocação da Greve Geral para o dia 24 de Novembro.

Queridos netos.
O motivo desta carta, escrita pelos avós que somos e dirigida aos netos, tem a ver com o nosso passado, o nosso presente e o vosso futuro. Pertencemos à geração que, obrigada, fez aguerra colonial, que lutou e alcançou a Paz.
A geração perseguida, reprimida e presa pela polícia política de Salazar e Caetano. Somos a geração que fez a revolução do 25 de Abril.
A nossa experiência de vida e de luta, ontem jovens e hoje avós, diz-nos que o momento que o País vive é muito grave para as famílias portuguesas e, em especial para o vosso futuro. Sentimos Por isso, temos a responsabilidade de lançar um alerta aos nossos filhos e netos para o caminho
de destruição do país: dos direitos políticos, laborais e sociais dos trabalhadores das novas gerações e do povo português.
Não pensem que é exagero dizer que, este é o caminho da destruição do regime democrático, promovido pelo governo do PSD/CDS-PP a mando da Troika do qual o PS foi o primeiro subscritor.
Quem, como nós, viveu num tempo de opressão e exploração e, sem condições mínimas de vida, em que o sonho de sermos livres, de dar largas à revolta da falta de liberdades constituiu uma postura combativa, sabe bem que é possível transformar o sonho em realidade.
Com orgulho de sermos trabalhadores e lutando para satisfazer justos anseios, em oposição às classes parasitárias e exploradoras, fez de nós intervenientes activos na luta pela mudança das nossas vidas.
Muitos de nós, trabalhadores que fomos das fábricas, dos campos, das empresas dos serviços, das forças armadas, pela luta organizada no plano político, social e cultural estivemos no centro da luta que levou à queda do regime fascista e à construção de um país livre e democrático.
É preciso lembrar que, nesse tempo, o analfabetismo imperava porque o ensino era privilégio de poucos, amaioria dos partos eram feitos em casa, existia uma elevada taxa de mortalidade
infantil e materna, a esperança de vida era de 60,7 anos, os serviços de saúde eram pagos por quem podia e os que não podiam pagar tinham de recorrer ao atestado de pobreza passados nas Juntas de Freguesia e as mulheres não podiam trabalhar ou deslocar-se ao estrangeiro sem autorização dos maridos.
Queridos netos, depois desses tempos de trevas chegaram os dias luminosos do 25 de Abril, fruto de muitas,muitas lutas: Lutas contra aquilo que parecia, um “muro intransponível”, ou como nos diziam “tem que ser assim, sempre foi assim…” Era uma maneira de dizer e de convencer, tal como hoje - “não há alternativas”.
As liberdades e os direitos políticos conquistados: de expressão, de manifestação, de associação, a
liberdade sindical e o direito à negociação colectiva, a garantia do direito de todos ao Serviço Nacional de Saúde, o Sistema Público de Segurança Social e à Escola pública de qualidade; a reforma agrária nos campos do sul do País, a dinamização do associativismo dos agricultores a norte do País; o associativismo dos reformados, dos jovens, entre outros, resultou de muitas
lutas do nosso povo e dos jovens de então.
Hoje, na situação de reformados das nossas profissões, não nos reformámos da luta em defesa dos nossos direitos, mas igualmente da luta pelos direitos dos nossos filhos e netos.
Estão a ser atacados o nosso direito de envelhecer com direitos, com autonomia económica e social. Lutamos em sua defesa por nós e pelas futuras gerações.
Estamos atentos e interventivos na exigência de um Portugal com direitos e liberdades políticas e sociais para os trabalhadores nossos filhos e, para vós, nossos netos – as novas gerações produtivas, criadores de riqueza e, por isso, merecedoras de um nível de vida compatível com essa condição.
Está a ser posto em causa o vosso direito ao trabalho com direitos. A legislação laboral está a ser alvo de ataques violadores da Constituição da República, através de tentativas de liberalizar os despedimentos sem justa causa, de prolongar os horários de trabalho, da redução para metade do valor do trabalho em dias de descanso e das horas extraordinárias, da liquidação da contratação colectiva, da redução da duração e do montante do subsídio de desemprego para um limite máximo de dezoito meses.
É importante, que conheçam os princípios, valores e direitos da Constituição da República. O seu conteúdo ajuda a perceber as obrigações do Estado para com os cidadãos e o país. E, também,
para perceber a diferença entre os direitos e dádivas dos governos, como a oferta de medicamentos em fim de prazo e os restos de comida para os pobres. Nós sabemos bem a diferença entre direitos e políticas assistencialistas e caritativas. E, sabemos o significado profundo da palavra dignidade – por isso não aceitamos e recusamos a transformação dos direitos em actos de caridade.
Está muito actual a conhecida frase de Bento Jesus Caraça – um homem culto é aquele que “Tem consciência da sua personalidade e da dignidade que é inerente à existência humana.”
Como exemplo de direitos constitucionais, o artigo 63º da Constituição da República: “Todos têm direito à segurança social. Incumbe ao Estado organizar, coordenar e subsidiar um sistema de segurança social unificado e descentralizado, com a participação das associações sindicais, de outras organizações representativas dos trabalhadores e de associações representativas dos demais trabalhadores.”
Queridos netos.
Muitos de nós não temos heranças materiais para vos deixar. Temos um legado de saber e experiência, que nalguns casos levou a perdas de postos de trabalho, ou mesmo à prisão. Hoje, no século XXI, tal como no tempo da nossa juventude, para não se perderem direitos históricos e civilizacionais, a luta é uma exigência e uma necessidade.
A juventude é a idade dos sonhos. É possível sonhar e alcançar sonhos que pareceriam inatingíveis, sonhos arrojados. Foi o que conseguimos na nossa juventude com a Revolução do 25 de Abril - o maior legado que deixamos aos nossos filhos e netos – a luta e os seus resultados!
Encontro Nacional das Associações de Reformados, 22 de Outubro de 2011.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Carta de princípios das Associações de Reformados, pensionistas e Idosos
(continuação)domingo, 23 de outubro de 2011
Encontro Nacional das Associações de Reformados
A nossa Associação participou neste Encontro Nacional, realizado no Fórum José Manuel Figueiredo, Baixa da Banheira, concelho da Moita.Este projecto, que emergiu do 25 de Abril. permitiu a criação de Associações de Reformados, desde a sua fundação e em estreita ligação à comunidade, e vem assumindo um vasto leque de intervenções e acções pela valorização do associativismo e da participação social, política, cultural e do lazer.
A identidade
do Movimento Unitário dos Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI), - consubtanciado neste importante património - criou um novo patamar de unidade após a consolidadação das Associações de Reformados, e de cooperação e acção comuns de diversas gerações de reformados, pensionistas e idosos, indispensáveis na sua afirmação social e na luta pela defesa dos seus direitos.
Não obstante o importante papel que as Associações de Reformados desempenham na comunidade onde se inserem e o importante património e acção do MURPI, a esta Confederação não lhe foi reconhecido o estatuto de parceiro social.
A sociedade portuguesa conheceu nas últimas décadas profundas alterações de que se destacam: o elevado número de pessoas reformadas, com aumento percentual daquelas com idade inferior a 65 anos de idade; o aumento da esperança média de vida e a heterogenidade sob o ponto de vista social, económico e cultural; as políticas públicas assentes numa continuada desvalorização das reformas e pensões após uma de trabalho; a ausência de políticas de combate à pobreza os crescentes obstáculos ao direito de envelhecer com saúde;a par da ausência de uma Rede Pública de Equipamentos Sociais que responda às necessidades específicas deste grupo social, em especial das camadas mais desfavorecidas, e daqueles que se encontram em situação de dependência, são a expressão das principais dificuldades sentidas pela maioria das pessoas deste grupo social.
Os graves problemas que atingem os actuais reformados, pensionistas e idosos e os perigos de novos retrocessos nos direitos das gerações de trabalhadores, futuros reformados, colocam a exigência de continuar o projecto associativo que a Confederação MURPI consubstancia.
Aos actuais e futuros dirigentes das Associações de Reformados filiados no MURPI, das Federações Distritais do MURPI e dos Corpos Sociais da Confederação cabe aprofundar o debate, a unidade e a cooperação visando reforçar o movimento unitário do projecto MURPI.
Tendo em conta a rica experiência do trabalho desenvolvido pelas Associações, Federações e Confederação MURPI, propõe-se a sistematização de um conjunto de princípios orientadores da acção a desenvolver pelos dirigentes, homens e mulheres, no que designamos por Carta de Princípios das Associações de Reformados, assente em três compromissos indissociáveis:
(segue)
sábado, 15 de outubro de 2011
Informação
O assunto abaixo transcrito,na integra, foi colocado e entregue à Junta de Freguesia de Tortosendo por três cidadãos residentes nas mencionadas artérias, na reunião quinzenal de atendimento à população.
Segundo opinião dos promotores o exposto mereceu a maior atenção do executivo que prometeu interceder nas questões abordadas.
EXMO SENHOR
PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE TORTOSENDO E
RESPECTIVOS MEMBROS.
VIMOS APRESENTAR A V.EXª. OS SEGUINTES CONSIDERANDOS:
TENDO EM CONTA QUE A RUA DOS LOUREIROS, LARGO SENHORA DO ROSÁRIO E RUA DR. BOAVIDA CASTELO BRANCO, SÃO NESTE MOMENTO O EIXO PRINCIPAL DO TORTOSENDO, ONDE CIRCULAM DIARIAMENTE MAIS DE 1500 PESSOAS E ACRESCIDA DE TRANSITO MOTIVADO PELAS VÁRIAS INSTITUIÇÕES TAIS COMO:
UNIDOS F.CLUBE, CENTRO DE DIA, CAFÉ+UM, MERCADO E ESCOLA SECUNDÁRIA EB 2/3 E ATL.
POR TODAS AS RAZÕES APONTADAS, REALÇAMOS AINDA O ESTADO DEPLORÁVEL E LASTIMÁVEL, EM QUE SE ENCONTRA HÁ LONGOS ANOS, A RUA DOS LOUREIROS, VIA ESTA QUE QUANDO CHOVE, SE TORNA NUM VERDADEIRO PANDEMÓNIO PARA OS UTENTES DA MESMA, ONDE DIARIAMENTE TOMAM BANHO SEM O DESEJAREM.
AOS SÁBADOS DIA DE MERCADO SEMANAL, O BARULHO TORNA-SE INSUPORTÁVEL AOS SEUS MORADORES, BEM COMO, DO SEU LIXO ACUMULADO QUE NEM SE FALA, PORQUE PERMANECE DURANTE VÁRIOS DIAS ESPALHADO PELO CHÃO, E SÓ DESAPARECE QUANDO SOPRA O VENTO QUE O FAZ DESAPARECER.
POR ESTES MOTIVOS EXIGIMOS MEDIDAS URGENTE, TAIS COMO:
A) QUE A JUNTA FORNEÇA SACOS PLÁSTICOS AOS VENDEDORES NO MERCADO DE SÁBADO, AFIM DE QUE UTILIZEM OS MESMOS PARA RECOLHA DAS EMBALAGENS DOS ARTIGOS VENDIDOS, SOLICITANDO-LHES AO MESMO TEMPO QUE OS COLOQUEM NO MOLOK AQUANDO DA SUA SAÍDA, E CASO NÃO ACATEM ESTAS DIRECTRIZES, LHES SEJAM APLICADAS COIMAS OU RETIRÁ-LOS DO LOCAL EM CASO DE REINCIDÊNCIA.
B) INTERVENÇÃO NO PAVIMENTO DA RUA DOS LOUREIROS ATÉ Á SENHORA DO ROSÁRIO.
C) DESINFECÇÃO DOS CONTENTORES E LAVAGEM DA VIA EM SEU REDOR.
D) TENDO EM CONTA QUE NESTAS VIAS PASSAM DIARIAMENTE MUITAS CRIANÇAS A CAMINHO DA ESCOLA E ATL E PESSOAS IDOSAS QUE SE ENCONTRAM NO CATI, IDOSOS ESTES COM POUCA MOBILIDADE, SOLICITAMOS SINALIZAÇÃO ADEQUADA, BEM COMO RESPECTIVAS PASSADEIRAS.
NOTA: CASO ESTES ASSUNTOS NÃO SEJAM RESOLVIDOS O MAIS BREVEMENTE POSSÍVEL, FAREMOS UM ABAIXO ASSINADO PELOS MORADORES DESTAS ARTÉRIAS, E TORTOSENDENSES."
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Esclarecimento
Tortosendo em risco de ficar sem correios
A mais recente medida de reestruturação dos postos operacionais dos CTT ditou o encerramento de cerca de uma centena de estações. A maior freguesia do concelho da Covilhã pode ser uma das afectadas. Junta diz que o serviço será sempre mantido.
Por: Eduardo Alves
Em: Quarta, 5 de Outubro de 2011
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São cada vez mais as preocupações em torno do possível encerramento da estação de correios em Tortosendo. A maior freguesia do concelho da Covilhã, com mais de sete mil habitantes e com uma das maiores zonas industriais da região pode ficar sem posto dos CTT.
A administração dos correios tem vindo a encerrar estações um pouco por todo o País. Nesse sentido, a Junta de Freguesia de Tortosendo foi informada, há cerca de meio ano, da possibilidade do posto dos correios, localizado em pleno coração da “vila operária”, encerrar portas. “De imediato foi tomada uma medida para contrapor esta posição”, adiantam membros do executivo autárquico. Segundo o que o Urbi apurou, a junta local já mostrou o seu desagrado pela decisão dos CTT. Os correios acabaram então por propor uma solução diferente que passa pela junta de freguesia “assegurar todos os serviços que até agora funcionam”.
Mário Raposo, um dos elementos responsáveis pela junta tortosendense, lembra que “a junta não pode deixar a freguesia sem serviço de correios, há muitas empresas, um largo espectro de habitantes e também uma significativa parte de população mais idosa que tem nos correios o seu serviço de reformas”. Daí que aquele órgão autárquico tenha já garantido a continuidade do serviço. Mas para que tal aconteça, “a junta solicitou algumas contrapartidas que estão agora a ser estudadas pela administração dos CTT”. A proposta dos responsáveis pela autarquia passa pela cedência do imóvel onde actualmente funcionam os correios. “Esta cedência é total, não só a parte do rés-do-chão onde atualmente funciona a estação de correios, mas também a parte superior”.
Neste momento aguarda-se a resposta por parte da administração dos CTT. Enquanto isso, a União de Reformados do Tortosendo prepara-se para realizar uma manifestação contra a medida tomada pelos correios. Um acto de demonstração que terá lugar durante a manhã do dia 6 de Outubro e que tem como objectivo “mostrar o descontentamento dos moradores por esta medida”.
Os responsáveis autárquicos, que debatem todo o processo dos correios na reunião da junta, do próximo dia 7 de Outubro, esperam um desfecho positivo para esta situação. Para o executivo, o futuro passa pela requalificação do edifício dos CTT, utilização do mesmo também pela junta, através de um contrato de comodato que contemple a passagem do edifício para bem público, para a própria junta. “Esta era uma solução interessante para ambas as partes, os correios mantinham o seu serviço em Tortosendo, realizado por uma entidade que dá todas as garantias de bom funcionamento do mesmo, e a junta resolvia também algumas condicionantes de espaço que atualmente encontra na sua sede”, acrescenta Mário Raposo.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Saúde Ocular
GLAUCOMA CRÓNICO
A perda gradual de visão, muitas vezes sem sintomas, é uma característica desta doença que pode conduzir à cegueira sem que o doente repare.
O glaucoma é uma das principais causas de cegueira em Portugal, com maior incidência em pessoas idosas.
Estima-se que afecte entre 0,5% a 2% da população mundial.
È um grupo de doenças oculares que partilha a característica de danificar o nervo óptico, responsável pela transmissão das imagens do olho para o cérebro. È um processo progressivo, que, se não for tratado, conduz à perda gradual da visão. Em Portugal, existem cerca de 6000 pessoas a sofrer de cegueira irreversível.
A maioria dos glaucomas aumenta a pressão dentro do olho (a pressão é maior do que aquela que o nervo óptico pode tolerar). Ainda não existe um tratamento que recupere as lesões provocadas por esta doença. Mas a detecção precoce e tratamento permitem que a maioria dos pacientes mantenha uma visão suficiente para fazerem uma vida normal.
Causas
Existem vários tipos de glaucoma, sendo o primário de ângulo aberto (GPAA) ou crónico o mais comum.
No interior do olho, circula um líquido transparente encarregue da nutrição, oxigenação e forma do olho, chamado humor aquoso. Este fluido é produzido por uma glândula que fica atrás da íris e flui entre a córnea e a íris, sendo expelido pelo canal de drenagem, renovando-se constantemente, de modo a manter a pressão intra-ocular constante. Imaginemos o fluxo do líquido aquoso como um lavatório com torneira sempre aberta. Se o local de drenagem fica entupido, a água junta-se e a pressão aumenta. Quanto maior for a pressão dentro do olho, maior é a possibilidade de danificar o nervo óptico, devido à falha do sistema de drenagem. Além disso, o fluido não é expelido correctamente do olho.
A pressão elevada, por si, não significa que está com glaucoma.
Sabe-se, que pode haver glaucoma com pressão ocular normal e que nem sempre a hipertensão ocular (pressão elevada) origina esta doença. A pressão intra-ocular elevada não é sinónimo de glaucoma, mas é o factor de risco mais conhecido para a evolução da doença.
O fundamental é saber se tem a doença, para iniciar o mais rápido possível o tratamento adequado.
Primeiros sinais
Todos podemos vir a sofrer de glaucoma. No entanto, as pessoas com mais de 65 anos, história familiar de glaucoma ou de origem africana correm mais riscos.
Outros elementos que podem favorecer esta doença são traumatismos ou ferimentos oculares, tratamentos prolongados com esteróides (por exemplo, utilizados para infecções, asmáticos, como anti-inflamatórios) e de origem asiática. A miopia elevada, as doenças cardiovasculares, a diabetes, enxaquecas e a espessura da córnea inferior a 5 milímetros também podem contribuir para o desenvolvimento do glaucoma.
A partir dos 40 anos, é recomendável fazer um check-up oftalmológico geral, em qualquer hospital que tenha a especialidade ou numa óptica médica, no qual é medida a pressão intra-ocular.
Quem vive com esta doença deve ir uma vez por semana ao médico, de modo a ter um acompanhamento constante e regular.
O glaucoma crónico não apresenta sintomas. Ocorre, normalmente, com o processo de envelhecimento.
O doente apercebe-se de que começa a perder a visão lateral e a ter uma visão em túnel.
É muito importante o diagnóstico precoce em indivíduos de risco, através de exames oftalmológicos periódicos.
Estes não causam dor e permitem:
- medir a pressão intra-ocular (tonometria);
- avaliar qualquer lesão do nervo óptico (oftalmoscopia), observando o fundo do olho para comprovar se serão necessários mais testes, para confirmar o diagnóstico.
Caso se verifique alguma lesão, o médico deve:
- inspeccionar o ângulo de drenagem do olho (gonioscopia), para comprovar o tipo de glaucoma (crónico ou de ângulo fechado);
-avaliar o campo visual de cada olho (perimetria). Esta prova é fundamental para confirmar o diagnóstico e definir o tratamento adequado.
Viver com glaucoma
É preciso fazer algumas alterações à rotina diária de modo a retardar o desenvolvimento do glaucoma.
Após esta doença se diagnosticada, é necessário ir semanalmente ao oftalmologista e seguir o tratamento recomendado sem nenhuma interrupção.
Além disso, convém:
- fazer exercício físico. Este ajuda a combater o stresse e a longo prazo pode baixar a pressão intra-ocular.
Mas é importante falar primeiro com o médico, pois pode haver exercícios prejudiciais. O exercício aeróbico, caminhadas e andar de bicicleta são recomendáveis;
- usar protecção adequada para a vista, como óculos de sol para proteger contra a luminosidade, o brilho e os raios ultravioletas;
- não tomar nenhuma medicação sem consultar o médico. Evite misturar a medicação para o glaucoma com alguns antigripais, anti-histamínicos (receitados para as alergias), anti-espasmódicos, principalmente, os usados contra as dores abdominais, etc.
Controlar o glaucoma depende de si. Se for tratado de forma correcta, praticamente não há riscos de perda de visão.
Sucesso no tratamento
. Quanto mais precocemente for diagnosticado o problema, maiores são as possibilidades de tratamento.
Daí a importância das consultas periódicas, até porque esta doença não tem sintomas.
O tratamento tem por objectivo conservar a visão tal como se encontra no momento do diagnóstico, já que as lesões provocadas pelo glaucoma são irreversíveis.
Ter glaucoma, tal como acontece com a hipertensão arterial ou coma a diabetes, exige vigilância e tratamento para toda a vida.
. Medicamentos. Nos casos menos graves, o glaucoma pode ser controlado por meio de colírios (gotas oculares), aplicáveis várias vezes ao dia. Existem cinco tipos de medicamentos, normalmente, usados.
Alguns aumentam a quantidade de fluido aquoso expedido do olho (pilocarpina) e outros diminuem a produção de líquido no globo ocular (beta-bloqueadores, como o timolol).
Caso os colírios não controlem a pressão intra-ocular, passa-se para comprimidos para reter a produção de humor aquoso.
Para um bom funcionamento destes medicamentos, é necessário respeitar integralmente as indicações do médico.
Estes produtos podem ter efeitos secundários como formigueiro nos dedos, sonolência, perda de apetite, pulsação irregular, visão nublada, olhos vermelhos, tonturas, insónias, palpitações, etc.
No entanto, se a medicação não fizer efeito ou se os efeitos secundários forem muito incómodos, fale com o médico. Caso este tratamento não dê resultado, pode se necessário recorrer à cirurgia.
. Cirurgia a laser. No glaucoma crónico, este tratamento facilita o aumento da drenagem de humor aquoso. Através do calor procura-se diminuir a pressão intra-ocular. Conforme a gravidade, este tratamento pode ir de uma a três sessões e ser feito em clínicas privadas, hospitais, centros oftalmológicos, sem que o doente tenha de ficar internado.
. Cirurgia filtrante. È o último recurso. Só se recorre a esta cirurgia em fases muito avançadas e quando os tratamentos anteriores não resultaram.
A operação consiste na criação de uma nova via de drenagem para que o fluido aquoso saia do olho e se mantenha a pressão em limites normais. Este tipo de cirurgia só s e realiza em blocos operatórios. A maioria dos utentes fica internada apenas 24 horas.
A visão tem uma elevada importância social e individual. Representa um meio de comunicação fundamental na relação entre as pessoas.
Assim, esta deve ser preservada desde o nascimento, através de rastreios oftalmológicos regulares, com maior incidência a partir dos 40 anos.
Mais vale prevenir do que remediar.
Assim, as pessoas a quem for detectado glaucoma devem iniciar, imediatamente, uma terapia prescrita pelo especialista.
O tratamento só é eficaz se for feito do modo correcto, regular e continuamente.
Da revista: Teste Saúde, nº59






