sexta-feira, 25 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Dia Mundial do Idoso
No passado dia 12 realizou-se, no Jardim Público da Covilhã, o tradicional convívio, organizado por algumas Organizações de Reformados do nosso concelho.
Manuel Carrola, coordenador da Inter-Reformados distrital, deu as boas vindas aos presentes, agradeceu ás entidades que disponibilizaram algum apoio para esta iniciativa e fez uma intervenção alusiva ao Dia Mundial do Idoso.
Estiveram presentes dirigentes, Casimiro Menezes, da Confederação Nacional de Reformados (MURPI), Fátima Canaveses da Inter-Reformados Nacional, Luís Garra Coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco e presidente da direção do Sindicato Têxtil da Beira Baixa que, fizeram intervenções dirigidas aos tempos difíceis que os Reformados, Pensionistas e Idosos estão a passar, motivadas pelas políticas de direita que os últimos governos têm infligido a esta camada da população portuguesa.
Houve animação e no fim a organização ofereceu um Lanche/Convívio aos participantes.
sábado, 28 de setembro de 2013
Jornada de Luta de Reformados
MURPI
CONFEDERAÇÃO
NACIONAL DE REFORMADOS PENSIONISTAS E IDOSOS
25 DE
SETEMBRO, 14,30 HORAS
ROSSIO,
LISBOA
Tudo serve para lhes retirar direitos sociais: os cortes drásticos nas pensões, o aumento de impostos e de taxas, o aumento das taxas moderadoras, o aumento do custo de vida, dos bens essenciais e dos transportes.
A esta situação já insustentável o Governo acrescenta agora novas medidas, agravando ainda mais as condições socioeconómicas de muitos pensionistas e reformados, através de mais um corte de 10% na Administração Pública, nas pensões de aposentação (a partir de € 600,00) e de invalidez, de sobrevivência e de sangue (a partir de € 419,00).
Estas medidas, inaceitáveis, vêm acompanhadas de alterações à Lei de Bases da Segurança Social, que visam aumentar a idade da reforma nos sectores público e privado e reduzir as pensões futuras desses trabalhadores.
O Governo prepara-se para degradar as pensões dos aposentados, com medidas ilegais, injustas e inconstitucionais.
O MURPI – Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos afirma a solidariedade com a luta de todos os reformados, pela defesa dos seus direitos, lutando por uma vida digna.
O MURPI exige o aumento das pensões mínimas e aumento em 3,7% em todas as pensões
O MURPI exige a revogação dos cortes nas pensões e reposição do poder de compra
A LUTA É O CAMINHO!
EXIGIMOS A DEMISSÃO DESTE GOVERNO E ELEIÇÕES ANTECIPADAS!
O MURPI CONCENTRA-SE NO LARGO DO CHIADO ÀS 14 HORAS
Contra o embuste da covergência das pensões!
Os aposentados da Função Pública
(atuais e futuros) estão a ser o alvo preferido dos ataques violentos deste
governo e da “troika” aos direitos dos trabalhadores e pensionistas. A juntar
ao aumento enorme do IRS e à Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES)
que só atinge os aposentados e os reformados da Segurança Social, o governo
pretende agora fazer um novo corte, com caráter definitivo e retroativo, quer
nas pensões que já estão a ser pagas aos aposentados quer nas dos futuros
aposentados, passando nomeadamente, por:
- Cortar
retroativamente em 10% todas as pensões de reforma e de invalidez já atribuídas
até 2005 e de valor superior a €600,00, violando o direito de propriedade dos
respetivos titulares, bem como o direito de confiança;
- Recálculo de todas
as pensões de aposentação e invalidez atribuídas a partir de 2005 e de valor
superior a €600,00, com vista ao seu corte no mínimo em 10%;
- Proceder de igual
modo para as pensões de sobrevivência acima de €419,22.
Estes cortes são de
10% nas pensões dos que se aposentaram até 2005 e de 11% no “P1” (pensão
correspondente ao tempo de serviço feito até 2005) dos que se aposentaram
depois de 2005, incluindo nas dos trabalhadores que se aposentarem no futuro,
deixando de fora subvenções vitalícias dos políticos e outras pensões que não
resultam diretamente da carreira contributiva - as chamadas “pensões douradas”
como a de Jardim Gonçalves de 130 000 euros.
O que o Governo deixa
de fora do seu discurso é que muitos trabalhadores com 30 e 40 anos de
contribuições pediram a aposentação antecipada e sofreram já cortes entre os
4,5% e 50% e que os atuais aposentados têm vindo a sofrer cortes atrás de
cortes nos últimos anos e o roubo nos seus subsídios de férias e de natal,
sendo este mais um ajuste de contas com os direitos conquistados em Abril.
O
EMBUSTE DA CONVERGÊNCIA
E a mentira utilizada
pelo governo para enganar a opinião pública, e para dividir os trabalhadores do
setor privado e do setor público, é que isso é necessário para fazer a
convergência com o setor privado. Esta justificação é FALSA!
1 - Em muitas áreas do setor privado são pagas pensões
mais elevadas (banca, seguros, telecomunicações, transportes aéreos, etc.);
2 - A fórmula de cálculo da pensão correspondente ao
tempo de serviço até 2005 utilizada na Função Pública, que agora o governo quer
alterar, já dá origem a uma pensão que é praticamente igual à que se obtém com
a formula utilizada na Segurança Social.
O GOVERNO QUER DESTRUIR A CGA
É falso que a CGA
esteja numa situação insustentável, pois os trabalhadores da Administração
Pública sempre descontaram para a CGA e ADSE sobre o valor real dos seus
salários e, desde 2005, descontam mais do que os trabalhadores do privado
(atualmente, 11% para a CGA e 2,25% para a ADSE).
Durante muitos anos
PSD, CDS e PS descapitalizaram a CGA, não descontando para ela o que deviam ter
feito e transferiram para a CGA fundos de pensões de várias entidades cujos
ativos são agora insuficientes para pagar as pensões aos seus trabalhadores, a
que se juntou a transformação da CGA num sistema fechado porque a partir de
2005, mais ninguém pode nela ser inscrito.
A política de
insegurança e de instabilidade na Administração Pública empurrou prematuramente
milhares de trabalhadores para a aposentação, determinando a redução dos
descontos para a CGA e o aumento das despesas com pensões. Este é, reafirmamos,
um governo que não olha a meios, que mente descaradamente, que tem por objetivo
o desmantelamento das funções sociais do Estado e a destruição da Administração
Pública e só parará, como se vê, aliás, pelos ataques que tem desferido contra
a Constituição da República Portuguesa, quando for demitido.
ALTERAÇÃO
DO FATOR DE SUSTENTABILIDADE
Este governo pretende
ainda alterar o fator de sustentabilidade, com o objetivo de duplicar o corte
nas pensões dos futuros aposentados (dos atuais 4,8% para 9,6%), e aumentar a
idade de aposentação e de reforma de 65 anos para 66 anos. Isto tanto no setor
público como no privado.
Como fica claro para
todos, a falsa convergência não é mais do que a destruição dos direitos dos
atuais e futuros aposentados e reformados com medidas injustas e inaceitáveis
sobre quem trabalhou e descontou toda uma vida a servir o Estado e as
populações.
Por esse motivo os
aposentados rejeitam este embuste e reivindicam:
- Um aumento de 3,7%
em todas as pensões com um mínimo de 40 euros;
- A revogação dos
descontos para a ADSE;
- A revogação dos
cortes nas pensões e a reposição do poder de compra;
- A revogação do
complemento extraordinário de solidariedade;
- A alteração das
deduções específicas e dos escalões do IRS.
SÓ A
LUTA É O CAMINHO!
LUTA EM DEFESA DOS APOSENTADOS E DO DIREITO À
DIGNIDADE!
PELA DEMISSÃO DESTE GOVERNO, JÁ!
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Cidadania é... VOTAR!
o que está em causa?
Iremos
ser chamados a escolher aqueles que serão merecedores da confiança, pela sua
competência e honestidade reconhecidas, e que darão garantias que irão promover o desenvolvimento local do país, criando condições para o investimento público e privado, com o consequente aumento do emprego, cuidando dos espaços urbanísticos com a capacidade e a preocupação de gerar mecanismos de inclusão social, contribuindo, deste modo, para o bem-estar das populações, zelando pela salubridade pública, ao mesmo tempo que preservam a defesa do ambiente e criam e dinamizam espaços públicos para a fruição da cultura, do desporto, do lazer, de modo a tomar o desenvolvimento do concelho, socialmente, mais coeso, saudável e harmonioso.
competência e honestidade reconhecidas, e que darão garantias que irão promover o desenvolvimento local do país, criando condições para o investimento público e privado, com o consequente aumento do emprego, cuidando dos espaços urbanísticos com a capacidade e a preocupação de gerar mecanismos de inclusão social, contribuindo, deste modo, para o bem-estar das populações, zelando pela salubridade pública, ao mesmo tempo que preservam a defesa do ambiente e criam e dinamizam espaços públicos para a fruição da cultura, do desporto, do lazer, de modo a tomar o desenvolvimento do concelho, socialmente, mais coeso, saudável e harmonioso.
Se
é verdade que está em jogo esta escolha dos melhores candidatos que garantam o cumprimento dos seus programas eleitorais, este
ato eleitoral decorre numa situação política e social de profundo descontentamento
e descrédito dos políticos, e da política que tem sido praticada, e que é geradora da justa
indignação, de profundo descontentamento e do protesto contra as injustiças sociais, contra o empobrecimento progressivo das várias camadas sociais, contra a perda de direitos conquistados, como o aumento do desemprego, cortes nos salários e pensões e a destruição dos serviços públicos.
indignação, de profundo descontentamento e do protesto contra as injustiças sociais, contra o empobrecimento progressivo das várias camadas sociais, contra a perda de direitos conquistados, como o aumento do desemprego, cortes nos salários e pensões e a destruição dos serviços públicos.
o sentido
do voto
Os portugueses,
ao longo dos últimos dois anos e meio, têm vindo
a sofrer com as medidas de austeridade
resultantes da aplicação, pelo Governo PSD/CDS-PP, das medidas do Pacto de Rapina da Troika e subscrito pelo PS e PSD e CDS-PP.
Os candidatos
destes partidos aparecem agora tresmalhados
com outras roupagens, outras cores e outras designações,
aproveitando para fazer promessas que sabem de antemão que não vão ser cumpridas, mal tenham os votos dos eleitores.
Agora,
com a zanga das comadres (PS e PSD), vamos percebendo
a promiscuidade entre os negócios da Banca e do Governo, com grande prejuízo da situação financeira de milhões de euros, na nacionalização dos
prejuízos do BPN, da entrega de chorudos rendimentos à Banca nos contratos ruinosos das parcerias público privadas (PPP), das auto estradas e hospitais e dos swaps, cuja verdadeira dimensão ainda está por apurar!
prejuízos do BPN, da entrega de chorudos rendimentos à Banca nos contratos ruinosos das parcerias público privadas (PPP), das auto estradas e hospitais e dos swaps, cuja verdadeira dimensão ainda está por apurar!
O descontentamento
generalizado, pelas dificuldades criadas pelos
governos anterior e atual, quando
tomam o acesso aos cuidados de saúde mais difícil
e com custos mais elevados, com o aumento das
taxas moderadoras, e mais distantes, pelo encerramento de postos clínicos de proximidade, é sentido por milhares de portugueses
e muito especialmente pelos reformados, pensionistas
e idosos, que terão a oportunidade
de manifestar pelo seu voto
de protesto contra aqueles que
representam os partidos responsáveis pela atual situação.
Os cortes nos
rendimentos de muitas famílias provocados pelo desemprego, pelo aumento
de impostos, pelo brutal aumento das
rendas de casa, pelo congelamento e cortes das pensões, pelo constante aumento
de custo de vida, terão expressão na decisão do voto, pois é difícil dissociar os verdadeiros responsáveis por esta situação social daqueles que se candidatam por escolha dos mesmos
partidos que subscreveram o Pacto de Rapina da Troika.
Mas o Governo PSD/CDS-PP é também responsável pelas numerosas medidas contra
Mas o Governo PSD/CDS-PP é também responsável pelas numerosas medidas contra
o Poder Local Democrático, encerrando
freguesias, despedindo trabalhadores das autarquias, reduzindo significativamente o financiamento das autarquias, controlando
de forma asfixiante o Poder Local, encerrando serviços públicos
essenciais como escolas, postos de CTT, postos da segurança social e
outros serviços, medidas
estas que isolam cada vez mais as populações, privando-as do
acesso aos bens essenciais.
o voto de confiança
A batalha
eleitoral autárquica é um momento
e uma oportunidade para uma clara condenação da política de direita.
É um
momento para vencer o desânimo e a resignação, não
permitindo, pela abstenção ou desistência, que outros ocupem lugares para caucionarem a política destes governos que nos têm conduzido à ruína.
Todos
aqueles que têm fundadas razões de protesto e indignação e se opuseram à destruição de direitos, lutaram
contra as injustiças, contra o roubo de salários e pensões, têm
a oportunidade de dar mais força àqueles
que consequentemente lutam para a aceleração
da derrota deste Governo, reforçado
e abrindo caminho para uma real alternativa política
para o país.
Com toda a
verdade podemos afirmar que o poder local enquanto conquista
de Abril, espaço de realização e luta
pela melhoria das condições de vida,
fator de participação e mobilização
cívica de milhares de cidadãos é inseparável do trabalho, honestidade
e competência demonstrada por milhares de autarcas em dezenas de concelhos que preconizam uma forma de envolvimento político, que recusam benefícios pessoais quando assumem trabalhar nas autarquias
em prol do bem-estar e desenvolvimento
local e que constituem um marco diferenciador da valorização do Poder Local
Democrático .
Subscrever:
Mensagens (Atom)







