quinta-feira, 23 de outubro de 2014

17º Convívio Dia Internacional do Idoso (Covilhã)


"NÃO AGUENTAMOS MAIS"



O desabafo de refirmados ouvido no 17º Convívio realizado, no jardim público da Covilhã, pela Inter-Reformados da USCB/CGTP, associações de reformados da Covilhã e do Tortosendo e comissões de reformados dos Têxteis, STAL e da Função Pública.

 
por Paulo Pinheiro







Imagens da União de Reformados de Tortosendo



Os reformados e pensionistas têm muitas razões para continuarem a lutar por melhores condições de vida. O descongelamento de pensões, o valor das taxas moderadoras, o fim do serviço de apoio aos doentes "são apenas alguns assuntos que vão continuar a merecer a nossa reivindicação e protesto" refere o coordenador distrital de Castelo Branco da Inter-Reformados.

A necessidade  de aproveitar os saberes e experiência dos idosos  foi destacada pela coordenadora nacional da Inter-Reformados. Para Fátima Canavezes "seria importante que cada pessoa idosa não fosse espoliada, antes compensada pelo desgaste de uma vida inteira e fosse incentivada a participasse , em diversas áreas, da sociedade portuguesa", defende a dirigente.

Manuel Passos, membro da direcção nacional do MURPI (movimento unitário de reformados, pensionistas e idosos), não escode a indignação pela situação difícil e precária em que muitos idosos vivem

"O Governo que não venham com migalhas para os reformados.  Dar três euros de aumento, a muitos idosos que recebem reformas de miséria, é uma vergonha. Exigimos que as pensões que estiveram congeladas desde 2010 tenham uma actualização de 25 euros", reclama o representante do MURPI

Para além do protesto e reivindicações, o convívio contou com a participação  dos grupos de cantares "A lã e a neve" e o de concertinas.

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