
Estiveram presentes mais de 300 participantes, que representavam estruturas de Reformados de Norte a Sul do país que delinearam, aprofundaram e definiram estratégias para a sua intervenção associativa.
A Confederação Nacional MURPI, com mais de uma centena de Associações de Reformados, pela sua diversidade de intervenção social e territorial protagoniza um projecto associativo assente na acção dos reformados, pensionistas e idosos na defesa das suas condições de vida e dos seus direitos.
Este projecto, que emergiu do 25 de Abril. permitiu a criação de Associações de Reformados, desde a sua fundação e em estreita ligação à comunidade, e vem assumindo um vasto leque de intervenções e acções pela valorização do associativismo e da participação social, política, cultural e do lazer.
A identidade
do Movimento Unitário dos Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI), - consubtanciado neste importante património - criou um novo patamar de unidade após a consolidadação das Associações de Reformados, e de cooperação e acção comuns de diversas gerações de reformados, pensionistas e idosos, indispensáveis na sua afirmação social e na luta pela defesa dos seus direitos.
Não obstante o importante papel que as Associações de Reformados desempenham na comunidade onde se inserem e o importante património e acção do MURPI, a esta Confederação não lhe foi reconhecido o estatuto de parceiro social.
A sociedade portuguesa conheceu nas últimas décadas profundas alterações de que se destacam: o elevado número de pessoas reformadas, com aumento percentual daquelas com idade inferior a 65 anos de idade; o aumento da esperança média de vida e a heterogenidade sob o ponto de vista social, económico e cultural; as políticas públicas assentes numa continuada desvalorização das reformas e pensões após uma de trabalho; a ausência de políticas de combate à pobreza os crescentes obstáculos ao direito de envelhecer com saúde;a par da ausência de uma Rede Pública de Equipamentos Sociais que responda às necessidades específicas deste grupo social, em especial das camadas mais desfavorecidas, e daqueles que se encontram em situação de dependência, são a expressão das principais dificuldades sentidas pela maioria das pessoas deste grupo social.
Os graves problemas que atingem os actuais reformados, pensionistas e idosos e os perigos de novos retrocessos nos direitos das gerações de trabalhadores, futuros reformados, colocam a exigência de continuar o projecto associativo que a Confederação MURPI consubstancia.
Aos actuais e futuros dirigentes das Associações de Reformados filiados no MURPI, das Federações Distritais do MURPI e dos Corpos Sociais da Confederação cabe aprofundar o debate, a unidade e a cooperação visando reforçar o movimento unitário do projecto MURPI.
Tendo em conta a rica experiência do trabalho desenvolvido pelas Associações, Federações e Confederação MURPI, propõe-se a sistematização de um conjunto de princípios orientadores da acção a desenvolver pelos dirigentes, homens e mulheres, no que designamos por Carta de Princípios das Associações de Reformados, assente em três compromissos indissociáveis:
(segue)
Este projecto, que emergiu do 25 de Abril. permitiu a criação de Associações de Reformados, desde a sua fundação e em estreita ligação à comunidade, e vem assumindo um vasto leque de intervenções e acções pela valorização do associativismo e da participação social, política, cultural e do lazer.
A identidade
do Movimento Unitário dos Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI), - consubtanciado neste importante património - criou um novo patamar de unidade após a consolidadação das Associações de Reformados, e de cooperação e acção comuns de diversas gerações de reformados, pensionistas e idosos, indispensáveis na sua afirmação social e na luta pela defesa dos seus direitos.
Não obstante o importante papel que as Associações de Reformados desempenham na comunidade onde se inserem e o importante património e acção do MURPI, a esta Confederação não lhe foi reconhecido o estatuto de parceiro social.
A sociedade portuguesa conheceu nas últimas décadas profundas alterações de que se destacam: o elevado número de pessoas reformadas, com aumento percentual daquelas com idade inferior a 65 anos de idade; o aumento da esperança média de vida e a heterogenidade sob o ponto de vista social, económico e cultural; as políticas públicas assentes numa continuada desvalorização das reformas e pensões após uma de trabalho; a ausência de políticas de combate à pobreza os crescentes obstáculos ao direito de envelhecer com saúde;a par da ausência de uma Rede Pública de Equipamentos Sociais que responda às necessidades específicas deste grupo social, em especial das camadas mais desfavorecidas, e daqueles que se encontram em situação de dependência, são a expressão das principais dificuldades sentidas pela maioria das pessoas deste grupo social.
Os graves problemas que atingem os actuais reformados, pensionistas e idosos e os perigos de novos retrocessos nos direitos das gerações de trabalhadores, futuros reformados, colocam a exigência de continuar o projecto associativo que a Confederação MURPI consubstancia.
Aos actuais e futuros dirigentes das Associações de Reformados filiados no MURPI, das Federações Distritais do MURPI e dos Corpos Sociais da Confederação cabe aprofundar o debate, a unidade e a cooperação visando reforçar o movimento unitário do projecto MURPI.
Tendo em conta a rica experiência do trabalho desenvolvido pelas Associações, Federações e Confederação MURPI, propõe-se a sistematização de um conjunto de princípios orientadores da acção a desenvolver pelos dirigentes, homens e mulheres, no que designamos por Carta de Princípios das Associações de Reformados, assente em três compromissos indissociáveis:
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